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domingo, 27 de março de 2011

XV Estação: Ressurreição de Jesus.


Ressuscitaste, Senhor. Ressuscitaste na pureza inefável do esplendor sem par. Ressuscitaste para me dizer, com linguagem esplendorosa, eloqüente e silenciosa, essa linguagem que brota de tua glória, que não me fizeste para o sofrimento.

Ressuscitaste para me dizer que no plano de sabedoria infinita do Pai, o sofrimento não é um fim, é um meio; o Calvário é um caminho e não a meta suprema.

Ressuscitaste, Senhor, para me arrastar com o teu exemplo e encorajar-me na caminhada áspera de minha frágil existência terrena, para dar sentido de conquista a meus dias.

Cristo Ressuscitado dá-me luz suficiente e força eficaz para ajoelhar-me aos pés da tua cruz e viver o mistério do teu amor redentor.

Aleluia!

Amém!

XIV Estação: Jesus é colocado no sepulcro.

"Quisera eu, Jesus, ser sepultado contigo, para que, morto para o pecado e para o mundo, pudesse ressuscitar para viver em plenitude."


José de Arimatéia, Nicodemos e alguns apóstolos tomaram o corpo de Jesus, envolveram-no com um lençol de linho e o deitaram numa saliência na rocha em forma de cama. Então fecharam a entrada com uma grande pedra. O sepulcro de Cristo é fonte de esperança. É silêncio prometedor de vitórias. Morrendo, Jesus venceu a morte e deu-nos a vida verdadeira.

XIII Estação: Jesus é descido da cruz e Maria o recebe morto.

Ó mãe das Dores, que choras sobre o Teu Filho, morto pelos meus pecados, alcança-me o sincero arrependimento de minhas faltas e minha conversão.


Depois de pedir autorização a Pilatos, José de Arimatéia e Nicodemos compraram um lençol de linho branco e tiras de pano, e retiraram o corpo de Jesus da cruz. Maria, sua mãe, o recebeu em seus braços.Ó vós que passais pelo caminho, parai e vede se existe dor igual a dor desta mãe que recebe agora em seus braços o Filho morto.

XII Estação: Jesus morre na cruz.

"Fere-me de amor, eu Te suplico, Jesus, fere-me de amor para que eu possa contemplar tão sublime mistério: um Deus morrendo por mim."


Com o Sol eclipsado, Jesus gritou do alto da cruz: 'Pai, nas Tuas mãos entrego o meu espírito. Agora, estou contigo'. "Tendo dado um grande grito, Jesus expirou". "Ele penetra na morte para que todos tenham vida e a tenham plenamente".

XI Estação: Jesus é pregado na cruz.

Jesus, que o teu sangue bendito purifique até o mais íntimo de minha alma e me faça viver a vida nova que vieste trazer com a tua redenção


Jesus é crucificado. Cravos de ferro rasgam sua carne, dilacerando suas mãos e pés.  Agora, ele está definitivamente pregado à cruz. Os pregos ferem a carne divina de Jesus. A cruz é levantada e o nosso Salvador fica suspenso entre o céu e a terra.

XI Estação: Jesus é pregado na cruz.

Jesus, que o teu sangue bendito purifique até o mais íntimo de minha alma e me faça viver a vida nova que vieste trazer com a tua redenção


Jesus é crucificado. Cravos de ferro rasgam sua carne, dilacerando suas mãos e pés.  Agora, ele está definitivamente pregado à cruz. Os pregos ferem a carne divina de Jesus. A cruz é levantada e o nosso Salvador fica suspenso entre o céu e a terra.

X Estação: Jesus é despojado de suas vestes.

"Dá-me, Jesus, o espírito da tua pureza, para que eu possa despojar-me do pecado para revestir-me com a veste da tua graça e do teu amor."


Os soldados tomaram as roupas e as sortearam entre eles, cumprindo assim, as profecias antigas que descreviam esse episódio. Jesus é humilhado na sua dignidade divina, nos seus direitos humanos ao ser despojado de suas vestes.

IX Estação: Jesus cai pela terceira vez.

Jesus, Tu te humilhas ao extremo para que eu, pobre pecador, possa ter a dignidade de ser chamado "Filho de Deus"


Aproxima-se o fim da Via Crucis, com a última queda de Jesus, a terceira de três quedas. Jesus chega ao Calvário. Quiseram dar-lhe vinho misturado com fel, mas ele não quis beber. Humilhado por tantos sofrimentos, Jesus, ao chegar junto ao cimo do Calvário, cai com o rosto por terra, sob o peso da cruz.

sábado, 26 de março de 2011

VIII Estação: Jesus consola as mulheres.

"Ó amável Jesus, consolador dos aflitos, que eu também mereça ouvir de teus lábios palavras de consolo que me levem à vida eterna."


Já próximo do Monte Calvário, Jesus esquece sua dor para abrir o coração e consolar as mulheres que, chorando, lamentavam o seu sofrimento. Jesus esquece, por um momento, os seus próprios sofrimentos para abrir seu coração e consolar as mulheres que choravam.

VII Estação: Jesus cai pela segunda vez.

"Tu caíste para fortalecer a minha fé, para que eu seja forte ante a tentação."


Jesus sabia que iria enfrentar um cruel sofrimento. Seu espírito estava preparado, mas seu corpo estava cansado e abatido. Ele caminhava com dificuldade e mais uma vez tropeçou e caiu. Sob o peso esmagador da cruz, Jesus cai mais uma vez. Mas a força de seu amor o faz levantar-se e seguir rumo ao Calvário. Foi o peso de nossos pecados que O fez cair novamente. 

VI Estação: Verônica enxuga o rosto de Jesus.

"Senhor, assim como deixaste teu rosto impresso no pano da Verônica, deixa também em minha alma os sinais do teu sofrimento e do teu amor."

Uma mulher vence o medo e enfrenta os ferozes guardas romanos e, com um lenço, enxuga o rosto ensangüentado de Jesus. O pano usado por Verônica teria ficado gravado com a imagem do rosto de Cristo.

V Estação: Jesus recebe ajuda do Cirineu.

"O Cirineu carregou forçado a tua cruz, Senhor! Tu carregaste a minha cruz com tanto amor. Que meu amor ajude a tornar a tua cruz mais leve."

Jesus, na sua humildade, permite que um estranho, à contragosto, o ajude a carregar sua pesada cruz, rumo ao cimo do Monte Calvário. Na verdade, Simão de Cireneu foi obrigado a carregar a cruz. Ele vinha passando, quando recebeu dos soldados a ordem de ajudar, Jesus tinha que permanecer vivo até a crucifixão.

IV Estação: Jesus se encontra com sua Mãe.

"Fui eu, senhora que cravei essa espada de dor em Teu coração. Foi o meu pecado que fez Jesus sofrer. Fui eu que Te fiz chorar, Mãe."


Quem poderia conter as lágrimas, ao contemplar essa cena ? Jesus encontra-se com Maria, sua Mãe. Mãe e Filho se abraçam em meio à dor. Eles tudo partilharam até a cruz. Sua união era tão intimamente perfeita, que não tinham necessidade de falar, porque a única expressão residia nos seus corações.

III Estação: Jesus cai por terra pela primeira vez

"Foram os meus pecados, Jesus, que Te fizeram cair sob o peso da cruz. Fortalece a minha fé para que eu não caia mais no pecado."

Jesus caminha cansado e abatido sob o peso da cruz. Seu corpo está coberto de sangue, suas forças esmorecem e Ele cai por terra, Com chicotes, os soldados que o escoltavam o forçam a se levantar.

II Estação: Jesus recebe a cruz.

"Senhor, quero ser teu discípulo. Dá-me forças para carregar a minha cruz, fazendo dela um meio para chegar junto a Ti."

Jesus recebe sobre seus ombros a cruz e se dirige ao Calvário ou Gólgotha ('lugar do crânio' em hebraico). A Cruz é um antigo instrumento de suplício, usado para executar os condenados à morte.Sem murmurar, Jesus recebe sobre seus ombros a pesada cruz, onde vão os pecados e misérias de toda a humanidade.

I Estação: Jesus é condenado à morte.

"Senhor, foi o meu pecado que Te obrigou a carregar a cruz. Faze com que eu me arrependa de meus pecados e me converta."
Pilatos mandou vir água e lavou as mãos diante da multidão: "Estou inocente do sangue deste homem". A responsabilidade agora é do povo". Depois de mandar açoitar Jesus, entregou-o para ser crucificado."Jesus, aceita com submissão e amor a sentença que o condena à morte, pois foi através de sua morte que nos veio a Redenção.

Via Sacra

Via Crúcis  (do latim Via Crucis, "caminho da cruz") ou via Sacra é o trajeto seguido por Jesus Cristo carregando a cruz  até o Calvário. O exercício da Via Sacra consiste em que os fiéis percorram mentalmente a caminhada de Jesus a carregar a Cruz desde o Pretorio de Pilatos até o monte Calvário, meditando simultaneamente à Paixão de cristo. A via sacra é praticada no tempo da quaresma e teve a sua origem na época das Cruzadas (do século XI ao século XIII): os cristão que então percorriam na Terra santa tanto os lugares sagrados da Paixão de Cristo, quiseram reproduzir no Ocidente a peregrinação feita ao longo da Via dolorosa em Jerusalém. O número de estações, passos ou etapas dessa caminhada foi sendo definido paulatinamente, chegando à forma atual, de quatorze estações, no Seculo XVI. O Papa João Paulo II introduziu, em Roma, a mudança de certas cenas desse percurso não relatadas nos Evangelhos por outros quadros narrados pelos evangelistas. A nova configuração ainda não se tornou geral. O exercício da Via Sacra tem sido muito recomendado pelos Sumos Pontífices, pois ocasiona frutuosa meditação da Paixão do Senhor Jesus.
Por “Via Sacra” entende-se um exercício de piedade segundo o qual os fiéis percorrem mentalmente com Cristo o caminho que levou o Senhor do Pretório de Pilatos até o monte Calvário; compreende quatorze estações ou etapas, cada uma das quais apresenta uma cena da Paixão a ser meditada pelo discípulo de Cristo:
  1. Estação: Jesus é condenado à morte
  2. Estação: Jesus carrega a cruz às costas
  3. Estação: Jesus cai pela primeira vez
  4. Estação: Jesus encontra a sua Mãe
  5. Estação: Simão Cirineu ajuda a Jesus
  6. Estação: A Verônica limpa o rosto de Jesus
  7. Estação: Jesus cai pela segunda vez
  8. Estação: Jesus encontra as mulheres de Jerusalém
  9. Estação: Terceira queda de Jesus
  10. Estação: Jesus é despojado de suas vestes
  11. Estação: Jesus é pregado na cruz
  12. Estação: Jesus morre na cruz
  13. Estação: Jesus morto nos braços de sua Mãe
  14. Estação: Jesus é enterrado